


Margaret Mee desperta o fascínio de todos com seus desenhos muito bem acabados, e que são retratos fieis da nossa natureza, nossa flora principalmente.
Ela nasceu em Chesham, 1909 e morreu na Inglaterra em 1988, estudou arte em Londres , recebendo o diploma de pintura e design em 1950 . Mudou-se para o Brasil com Greville, seu segundo marido, em 1952 para ensinar arte na Escola Britânica de São Paulo , começou apenas como botanista apaixonada pela flora da bacia Amazônica e se transformou em uma das maiores defensoras do nosso sistema ecológico. Essa paixão pela flora amazônica foi associada ao gênio da pintura em aquarela, que passou a ser usada para retratar nossa flora apartir de 1964 onde retratou as plantas que viu e colecionando algumas para posterior ilustração. Criou quatrocentas pranchas de ilustrações em guache, quarentas sketchbooks e quinze diários.
Nas quinze expedições que fez nos trinta e dois anos que só se dedicou a isto, ao mesmo tempo que conseguiu um incrível registro das maravilhosas flores únicas e exóticas da região, ano após ano se estarrecia cada vez mais com a destruição sistemática desta incomparável herança da natureza. Cada vez que viajava por áreas onde estivera em anos anteriores, e fizera seus deslumbrantes registros em pinturas, ficava consternada ao perceber o quanto da flora que ali estivera já fora destruída .










Somos assim. Meu apartamento também vai se transformando. Na época da faculdade uma coisa mais prática, simples, somente o essencial para sobreviver. O maior exagero seriam cervejas abarrotando a geladeira. Com o passar do tempo vamos acumulando coisas, objetos. As cervejas já não tem mais importância. Prefiro um bom lençol 180 fios de puro algodão, uma cadeira clássico do design, ou até mesmo investir naquele móvel sonhado lá da loja de modulados.
